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SUMMARY:GRAVITAÇÃO E COSMOLOGIA - O BISTROT E OUTRAS HISTÓRIAS - TRABALHOS SELECIONADOS (1196-2018) - MANOEL BORGES - ED. APPRIS
DESCRIPTION: \n  \nA gravidade permeia o universo. é ela que mantém unidas bilhões de estrelas da nossa Via Láctea e faz com que a Terra se movimente ao redor do Sol\, e a Lua em volta da Terra; é ela\, ademais\, que faz com que as maçãs maduras e os aviões avariados caiam em direção ao solo. Três nomes ao longo da história destacam-se no desenvolvimento de uma teoria e uma maior compreensão sobre a gravidade: i) Galileu Galilei\, que foi pioneiro a estudar o processo de queda livre e da queda num meio que oferece resistência; ii) Isaac Newton\, que foi o primeiro a ter a noção da gravidade como uma força universal; e iii) Albert Einstein\, que disse que a gravidade não é nada mais que a curvatura do continuum espaço-tempo quadri-dimensional. A teoria de Einstein contribui para a comunicação (smartphones\, celulares etc.) e para o estabelecimento do sistema de posicionamento global (GPS). De um ponto de vista menos prático\, mas não menos importante\, a Relatividade Geral (RG) contribui para compreensão sobre a estrutura e evolução do universo. A Teoria de Einstein é necessária para descrever efeitos da gravidade\, tais como dilatação do tempo e a curvatura da luz\, comprovada no eclipse solar de 1919\, ocorrido em Sobral\, no ensolarado céu do Brasil. Quando aplicada a campos gravitacionais fortes\, a RG resulta na existência de Buracos Negros. Buracos Negros\, deflexão da luz ao passar próxima a um campo gravitacional curvo (como o produzido por uma estrela) e o avanço do periélio de Mercúrio serão estudados ao longo do texto. O aspecto mais revolucionário da Relatividade\, no entanto\, talvez seja não apenas a predição de fenômenos sutis\, quanto os brevemente aqui descritos\, mas o surgimento de exigências estéticas a condições e evidências fenomenológicas. Segundo o próprio Einstein\, em conferência proferida perante a Academia Prussiana de Ciências em 27 de janeiro de 1921: A experiência sugere conceitos matemáticos apropriados\, mas eles não necessariamente deduzir-se-ão dela; o princípio criativo reside na matemática. Num certo sentido eu julgo verdadeiro que o pensamento puro pode compreender a realidade como os antigos sonharam (EINSTEIN\, 1921). Manoel Borges é professor Titular da UNESP (Universidade Estadual Paulista) desde 2007. Possui graduação em Física pela Universidade de Brasília (1978 \, é Doutorado em Matemática pelo “King””s College- University of London” (1986) e pós-doutorado pelo “Department of Mathematics and Applied Mathematics\, University of Cape Town (UCT)\, Cape Town \n \n  \n“O que é o tempo? O que é a verdade? Concordo com J. L. Borges (1899-1986)\, para quem o tempo não existe: é apenas uma convenção. Além do tempo cronológico existem outras formas de convencionar-se acerca da presença do tempo: há o tempo dos Vikings\, em que passado e futuro se entrelaçavam no presente e no qual as bifurcações aconteciam a cada momento. Há\, ainda\, outro tempo\, concebido numa interpretação da teoria de Einstein (1879-1955)\, o tempo cosmológico\, que pode ser cíclico: “O universo evolui ao longo de bilhões de anos para uma ciclicidade (os ciclos do tempo)\, uma eternidade periódica na qual\, de certa forma\, o fim evolui para uma configuração passada”\, afirma Roger Penrose (2013) cosmólogo da Universidade de Oxford. Há\, também\, o tempo de Jung (1875-1961)\, o Kairós (a sincronicidade). Há exemplos desse tipo de comunicação inconsciente no nosso cotidiano: recordar alguma música e ao ligar o rádio do carro\, estar tocando a mesma música\, ou\, ao lembrar-se de alguém\, subitamente a pessoa aparece para uma visita. Nestes contos resgatei\, ao longo das 12 histórias\, indagações acerca da vida e do tempo. O fluir do tempo e suas bifurcações estão presentes em várias histórias. No conto “Pato novo não mergulha fundo?”\, a jovem personagem\, sem perceber\, é incitada a todo o instante a perseguir incessantemente o tempo\, alcançando-o com a sua bike. A sincronicidade é contemplada em “Reflexos”\, a partir de uma reflexão. Existem muitas outras nuances em cada uma dessas histórias\, como derrotas que valem mais que vitórias\, em “Helmi Borealis”\, gatos falantes\, em “Os gatos”\, e o encontro inesperado\, em “Presente de Natal”. Mas\, como diria Umberto Eco\, há\, em cada livro\, “tantas leituras e interpretações possíveis quanto o número de leitores”. Há outras sutilezas no presente texto\, mas é melhor que sejam deixadas para as interpretações de cada leitor. Manoel Borgè Brasília\, setembro de 2020” \n  \n \n  \nEscrever sobre uma obra incita duas questões: i) será que se atingiu algum dos objetivos traçados?; ii) será que há importância no conteúdo exposto? Bem\, respostas a esses questionamentos sempre devem ser deixadas ao leitor\, mas\, ao autor da obra\, cabe se preocupar com a possibilidade da obra (pelo menos!) despertar alguma curiosidade\, alicerçar a imaginação e\, como nos bons livros\, instigar alguma “aventura” intelectual. Como disse Albert Einstein quando indagado sobre o papel da criatividade no avanço do nosso processo civilizatório\, “A imaginação tende a ser mais importante do que o próprio conhecimento”. Mote das empresas contemporâneas que propõem soluções tecnológicas inovadoras (as startups)\, o despertar e o uso da imaginação acabam por gerar impactos no crescimento e na modernização da sociedade. Quanto a “aventuras” intelectuais que uma boa obra tende a instigar\, cabe lembrar o escritor argentino Adolf Bioy Casares: “… Não me lembro quem escreveu\, nem onde: “A outra grande aventura são os livros” – tampouco sei muito bem qual era a primeira\, as mulheres?\, a própria vida?” (prólogo de A outra aventura\, Buenos Aires\, julho de 1968).\nA obra ora publicada\, é dividida em três blocos temáticos especializados e distintos. Após uma breve Introdução explicativa e didática sobre cada tema\, é apresentada uma coletânea de vários artigos publicados pelo autor e pelos colaboradores ao longo de três décadas. Os dois primeiros blocos (Capítulos 1 e 2) representam uma “aventura” a dimensões maiores (ou iguais) a quatro. O primeiro capítulo é dedicado a teorias de gravitação que generalizem a Teoria de Einstein\, principalmente as construídas na Variedade de Grupo; a ênfase aqui é dada a teorias em cinco dimensões. O segundo bloco (Capítulo 2)\, apresenta extensões dos números complexos em dimensões quatro\, oito e dezesseis\, construídas por meio de álgebras abstratas\, com aplicações à problemas físicos. O último bloco (Capítulo 3) é relacionado à Teoria da Informação e a como o conceito de Entropia pode enriquecer o estudo quantitativo e qualitativo da Transmissão da Informação.  \n
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