BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//VILA - Blog - ECPv4.5.12.2//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:VILA - Blog
X-ORIGINAL-URL:https://blog.livrariadavila.com.br
X-WR-CALDESC:Events for VILA - Blog
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20231025T180000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231025T210000
DTSTAMP:20260420T081441
CREATED:20230919T144123Z
LAST-MODIFIED:20230919T144150Z
UID:119471-1698256800-1698267600@blog.livrariadavila.com.br
SUMMARY:PELO BURACO DA FECHADURA: EU VI UM BAILE DE DEBUTANTES - MARIO PRATA – ED. GERAÇÃO
DESCRIPTION:\n\n\n\n\nAs memórias de Mario Prata\, com humor e ternura \n“Com toques de incrível humor e comovente ternura\, Mario Prata nos faz rir e chorar com suas memórias contadas de um jeito absolutamente extraordinário. Um resgate muito pessoal de um período do nosso país\, em especial da nossa vida cultural. É como se estivesse nos contando sua história e a do Brasil numa mesa de bar. Tomando Cuba Libre.” Assim o editor da Geração Editorial\, Luiz Fernando Emediato\, apresenta o novo livro de Mario Prata\, autor de muitos bestsellers\, como o engraçadíssimo “Diário de um Magro”. \nEle escreveu 10 peças de teatro\, seis telenovelas\, cinco séries\, mais de três mil crônicas\, sete roteiros de cinema\, 23 livros e esta´ em seis antologias de crônicas. Foi premiado no Brasil e no exterior (Cuba\, Uruguai\, Espanha\, Portugal\, Colômbia e Inglaterra). Como jornalista\, trabalhou na Gazeta de Lins\, O Pasquim\, U´ltima Hora\, Folha de S.Paulo\, O Estado de S.Paulo\, Isto E´\, Planeta\, Careta e Playboy. Esse é Mário Prata\, que\, no livro\n“Pelo buraco da fechadura vi um baile de debutantes” diz ter feito uma “quase biografia”\nna qual conta casos vividos ao longo de sete décadas. \nCom a palavra o filho Antonio Prata\, que assina o prefácio.” Meu pai é a pessoa mais engraçada que existe”. E continua: “Com meu pai\, aprendi desde cedo que a literatura não é um evento chique ao qual devemos comparecer de terno e gravata. É um encontro ao qual podemos ir com a roupa e a atitude do momento\, sem afetação. A literatura do meu pai trata\, como diria o grande Antonio Cândido\, da “vida ao rés do chão”. A minha também – e sou grato a ele por me dar esta chave.” \nE continua: “Ler este livro é ouvir meu pai falando. É vê-lo em diversos momentos da vida pelo buraco da fechadura. Aqui estão todas as histórias que eu cresci escutando. As tias papudinhas de Uberaba. A infância em Lins. O colégio “dos padre”. A vinda pra São Paulo. Seus encontros com pessoas incríveis\, famosas ou não.” \nPelo livro passam familiares (ascendentes e descendentes)\, amigos\, atores\, atrizes\, diretores de TV e cinema\, intelectuais\, músicos\, políticos\, censores da ditadura militar\, uma galeria de personagens descritos de forma absolutamente original e humana. \nPara a escritora Cassia Janeiro\, “trata-se de um livro de memórias esparsas\, sem compromisso com a linearidade. Cada peça\, por si\, constitui uma narrativa independente\, mas\, consideradas no todo\, formam um mosaico sensível e humano de um contexto histórico que foi efetivamente vivido pelo narrador. Não é\, portanto\, um relato objetivo\, mas um enredo difícil de largar\, justamente pelo seu conteúdo e olhar humanos.” \nUma pequena amostra do humor de Mario Prata\, lembrando uma cena de sua adolescência na escola dos padres: “Numa manhã fomos acordados com uma sineta muito maior e mais barulhenta\, ensurdecedora. E\, na outra mão\, uma daquelas tesouras de cortar plantas\, imensa. O padre Bostero abria e fechava aquela ferramenta com ódio\, quase babando as babas do diabo de Cortázar. \n– De amanhã em diante\, cada pirulito para fora do pijama será cortado sumariamente. (E abria e fechava a tesourona). E faremos um grande churrasco no sábado\, onde cada um vai comer a linguiça do outro. E agora\, rezemos ao Senhor! Ajoelhamos e rezamos.” \nOrelha do livro por Maria Prata \nCom esta orelha aqui\, somam-se nove na criação deste livro: um par do meu pai\, o autor; outro do Pedro\, meu irmão que assina a foto dele; mais um do Antonio\, o irmão do prefácio; as minhas duas\, claro; e essa\, de papel\, mesmo\, que você tem em mãos. Estou aqui contando orelhas porque é a primeira vez que meu pai junta os filhos para estarem com ele em um livro. E faz todo o sentido\, uma vez que o livro são as memórias dele. E que memórias! Meu pai\, assim como grande parte da família Prata\, é um exímio contador de histórias. Passei parte da vida\, portanto\, ouvindo muitas das que estão aqui ? e outra parte vivendo algumas delas. Desde que me entendo por gente\, quando estou com meu pai\, uma cena se repete: ele sentado\, falando\, falando\, e um tanto de gente em volta\, atenta. \nE gargalhadas. Este livro é como ter meu pai nas mãos. Ele\, aqui comigo\, com você\, contando essas histórias. Mas agora\, além de fazer você gargalhar\, também vai surpreendê-lo\, relembrar\, aprender e até mesmo fazê-lo chorar\, quem sabe? O livro tem histórias incríveis\, que falam com todo mundo ? a da batalha da Maria Antonia e outros momentos da ditadura\, por exemplo. \nMas muitas outras\, bastante pessoais\, que não interessariam a ninguém não fosse o faro fino que o autor tem para entender o que nasce para ser contado – se bem contado\, claro. E isso ele faz como ninguém. Poder ter Mario Prata te contando histórias assim\, ao pé da (ih\, mais uma) orelha\, é privilégio. Boa leitura! \n\n\n\n
URL:https://blog.livrariadavila.com.br/event/pelo-buraco-da-fechadura-eu-vi-um-baile-de-debutantes-mario-prata-ed-geracao/
LOCATION:Rua Fradique Coutinho\, 915 - Pinheiros\, São Paulo\, São Paulo\, 05416-011\, Brasil
GEO:-23.5592934;-46.6892019
X-APPLE-STRUCTURED-LOCATION;VALUE=URI;X-ADDRESS=Rua Fradique Coutinho 915 - Pinheiros São Paulo São Paulo 05416-011 Brasil;X-APPLE-RADIUS=500;X-TITLE=Rua Fradique Coutinho\, 915 - Pinheiros:geo:-46.6892019,-23.5592934
END:VEVENT
END:VCALENDAR