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SUMMARY:REGRAS GERAIS ANTIABUSO NOS ACORDOS DE BITRIBUTAÇÃO – RAPHAEL ASSEF LAVEZ – ED. INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO TRIBUTÁRIO (IBDT)
DESCRIPTION: \nO presente livro demonstra o modo pelo qual a intepretação das cláusulas convencionais que veiculam regras gerais antiabuso\, bem como o procedimento para a sua aplicação\, é influenciado e delimitado pelos princípios da igualdade e do devido processo legal. Para tanto\, são analisados os diversos tipos de regras gerais antiabuso adotados nos tratados brasileiros\, cotejando-os com a prática internacional e os padrões desenvolvidos no âmbito do Projeto BEPS da OCDE. No tocante à interpretação dessas cláusulas\, é demonstrada a função normativa exercida pelo princípio da igualdade\, seja enquanto norma do Direito Constitucional\, seja enquanto princípio geral de direito aceito pelas nações. Nada obstante o legislador possua um âmbito de conformação relativamente abrangente na celebração dos acordos de bitributação\, a indeterminação normativa própria de regras gerais antiabuso exige uma maior vinculação do intérprete ao dever de buscar um resultado interpretativo que concilie sua vagueza com o princípio da igualdade. Para isso\, é proposta a tese de que deve haver uma maior aderência ao texto\, enquanto elemento que permanecerá estanque e possa servir de orientação para uma interpretação que se mostre consistente a cada caso em que o dispositivo for suscitado. Da mesma forma\, a aplicação deverá ser coerente internamente\, buscando levar com consideração as consequências dos pressupostos lógico-normativos que levaram a autoridade tributária a aplicar a regra geral antiabuso no caso concreto. Essa coerência se manifesta\, sobretudo\, por meio do dever de concessão\, pela autoridade tributária\, de benefício alternativo que seja coerente com tais pressupostos. Finalmente\, é demonstrada a tese de que os deveres de consistência e coerência\, corolários do princípio da igualdade\, são efetivamente observados mediante a garantia\, ao contribuinte\, de direitos da natureza processual no tocante à aplicação das regras gerais antiabuso dos acordos de bitributação. Tais direitos relacionam-se à manutenção do ônus probatório sobre as autoridades tributárias\, mediante um standard probatório moderado\, instrumentos de consulta fiscal e procedimento amigável\, além de garantias processuais específicas no curso de fiscalizações (direito de ser ouvido\, direito de acessar os documentos relevantes e direito a um recurso judicial eficaz). \n
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