BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//VILA - Blog - ECPv4.5.12.2//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:VILA - Blog
X-ORIGINAL-URL:https://blog.livrariadavila.com.br
X-WR-CALDESC:Events for VILA - Blog
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20260511T183000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260511T213000
DTSTAMP:20260430T050553
CREATED:20260429T192842Z
LAST-MODIFIED:20260429T192842Z
UID:133696-1778524200-1778535000@blog.livrariadavila.com.br
SUMMARY:RESSUSCITAR MAMUTES | O ÚLTIMO SÁBADO DE JULHO AMANHECE QUIETO | MATERNIDADES\, ASSOMBRO E ELABORAÇÃO UMA PERSPECTIVA PSICANALÍTICA | PITANGAS VERDES - SILVANA TAVANO | RACHELE FERRARI | MARIANA LOBATO BOTTER - AUTÊNTICA CONTEMPORÂNEA | INDEPENDENTE |LABRADOR
DESCRIPTION: \n\n\n\n\nO tempo e a memória formam o eixo desta história narrada com os fios delicados da saudade\, às vezes com os do arrependimento\, em outras tantas com os da consciência tardia do que faz nascerem e se fortalecerem os laços familiares.No trajeto entre acontecimentos científicos do presente e projeções esperançosas para o futuro\, a mulher madura que se revela como narradora deste romance repassa uma história familiar provavelmente comum a muitos de nós\, enfrentando os conflitos\, as tensões e os imensos afetos que se estabelecem entre as mulheres de um núcleo familiar em que o pai é uma figura lateral. Ressuscitar passados\, inventar futuros: aqui\, ciência e literatura viajam no tempo dos sonhos para chegar ao impossível.“De certos lugares\, e na hora certa\, é possível ver o passado e o futuro\, segreda Silvana Tavano. Ressuscitar mamutes é essa hora e esse lugar\, concebidos com o presente da palavra.Livro-máquina do tempo\, aparelho de alta precisão que conjuga número e metáfora\, forma e tema\, era geológica e figura de linguagem\, temos aqui um híbrido de memória\, ensaio e ficção composto de planos\, de restos\, de nuvens\, letras e fósseis\, mas principalmente do afeto de uma filha por uma mãe que já morreu.Objetos cotidianos que ficaram e lembranças são imantados da ternura\, da raiva\, da combinação sempre nova e sempre antiga\, sempre igual e sempre diferente do que costumamos chamar de amor.E o amor é o de todas as filhas por todas as mães\, incluindo as não humanas: as mamutes que\, diz a ciência\, talvez nos salvem. Pois a humanidade está em risco\, e o retorno ao que já foi pode garantir o que virá. Assim\, com a ponta do pé já de frente para o abismo\, Silvana encara a esperança e a desesperança; o sentido e a falta dele; e percebe que a mãe é também ela própria. […]” Natalia Timerman\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA autora apresenta uma discussão sobre o impacto da entrada na parentalidade\, especialmente na maternidade\, tomada como uma situação com potencial traumático e compreendida como um momento de intensa exigência de trabalho psíquico.. Este livro analisa os modos de viver e sofrer a experiência da maternidade\, sem dar foco à psicopatologia e sim ao que parece ser próprio\, de modo amplo\, de quem passa por essa vivência. Acompanhada das contribuições de Leopoldo Nosek\, a autora propõe que\, diante de eventos inéditos da vida\, é preciso buscar novas respostas; e que\, para viver algo novo e aprender com isso\, é preciso se deixar afetar por essa nova situação\, ser tomado pelo assombro e confiar no que poderá advir. Além disso\, há uma longo discussão acerca da ambivalência materna\, seus impasses e sua relação com uma vivência criativa na maternidade. Finalmente apresenta um novo conceito\, a “metapsicologia da maternidade”\, a partir da admissão de que há algo próprio da experiência da maternalidade que podemos supor que aconteça de modo amplo com as mulheres que se tornam mães\, que inclui o choque\, o arrebatamento\, o saisissement (De M’Uzan)\, o assombro\, uma regressão\, a perda da identidade anterior e a reordenação de uma nova identidade\, evento sempre processual e interminável.\n\n\n\n\n\n\n\n\nAo esvaziar o apartamento da mãe morta em plena pandemia\, Ana acredita que está apenas se livrando de tralhas — mas o que encontra é um museu de afetos que a obriga a revisitar toda a própria história\, da infância marcada por ausências ao desamparo da maternidade vivida cedo demais. Entre caixas de documentos\, uma urna de cinzas e uma vela rosa esquecida\, ela recompõe lembranças falhas\, revê violências naturalizadas\, revisita o corpo em luto e descobre que\, assim como as pitangas de sua infância\, há experiências que foram colhidas verdes demais — e que agora exigem tempo para enfim amadurecer.​Com uma prosa íntima\, afiada e profundamente sensível\, Mariana Lobato Botter constrói uma narrativa em forma de processo terapêutico: ao limpar a casa da mãe\, Ana limpa também a memória\, confronta o abandono\, questiona o ideal romântico da maternidade e tenta encontrar um lugar possível para ser filha\, mãe e mulher. Vencedor do Concurso Literário Vila-Labrador\, Pitangas Verdes é um romance sobre luto\, lembrança e perdão\, que retrata sem concessões as violências de gênero e as contradições da maternidade\, sem abrir mão do amor que atravessa a relação entre mãe e filha. Leitura ideal para quem se interessa por narrativas de memória e reconstrução\, o livro comove justamente porque fala de algo que conhecemos: o peso e a potência de ouvir\, em meio ao caos\, uma frase simples e rara — “Descansa\, querida”. “Uma sensível e contundente jornada pela memória. Mariana costura os tempos dos amores e relações\, que\, como no caso das pitangas\, às vezes não amadurecem.” – Mariana Salomão Carrara “O luto\, as muitas violências de gênero\, as agruras da maternidade. Mariana Lobato lança um olhar severo sobre a existência de uma mulher\, um olhar a um só tempo agudo e real. Seu livro faz um retrato impiedoso do mundo\, do qual no entanto não conseguimos nos afastar.” – Julián Fuks “Delicado e intenso\, este primeiro romance de Mariana Lobato Botter desconstrói corajosamente a ideia romântica que envolve a maternidade\, sem com isso negar o amor que permeia uma relação tão forte e nada simples como a que envolve mãe e filha. Nesta história marcada por silêncios\, a palavra dá forma ao que um dia foi impossibilidade e dá voz ao que já não precisa calar: percorrendo anos em dias\, a narrativa mergulha nas lembranças e pensamentos da filha que\, ao se despedir da mãe\, consegue perdoá-la e se perdoar – também ela\, a mãe que ainda precisa de tempo para amadurecer.” – Silvana Tavano\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n \n\n\n\n\nAssim que descobre que está grávida\, Beatriz planeja dar a notícia para Cristiano\, mas espera pelo melhor momento. Antes que esse momento chegue\, o marido morre inesperadamente\, obrigando a protagonista a se refazer como viúva e como mãe.O último sábado de julho amanhece quieto é organizado em breves capítulos que acompanham as semanas da gravidez de Beatriz. E\, no ritmo dessa gestação\, percorremos com a protagonista uma jornada intensa e transformadora\, conduzidos por culpas e remorsos\, alegrias e pulsões de uma mulher que lida com a morte e com a vida\, simultaneamente. “Em seu primeiro romance\, Silvana Tavano mostra que valeu a pena a espera. Aqui\, a autora se detém\, pressa\, em instantes de choque: entre morte e vida\, entre alegria e tristeza\, nos sentimentos que contêm o seu exato oposto. Como quem costura retalhos\, interrompe o tempo para olhar dentro do instante. O que de vida se pode gerar enquanto a dor se dissipa ou procura se dissipar?Neste livro\, muito. Esse último sábado apenas amanhece. Quando chegar a noite\, algo de muito poderoso terá acontecido.” – Gabriela Aguerre\, autora de O quarto branco.\n\n\n\n\n
URL:https://blog.livrariadavila.com.br/event/ressuscitar-mamutes-o-ultimo-sabado-de-julho-amanhece-quieto-maternidades-assombro-e-elaboracao-uma-perspectiva-psicanalitica-pitangas-verdes-silvana-tavano-rachele-ferrari-mariana-lobato/
LOCATION:Rua Fradique Coutinho\, 915 - Pinheiros\, São Paulo\, São Paulo\, 05416-011\, Brasil
GEO:-23.5592934;-46.6892019
X-APPLE-STRUCTURED-LOCATION;VALUE=URI;X-ADDRESS=Rua Fradique Coutinho 915 - Pinheiros São Paulo São Paulo 05416-011 Brasil;X-APPLE-RADIUS=500;X-TITLE=Rua Fradique Coutinho\, 915 - Pinheiros:geo:-46.6892019,-23.5592934
CATEGORIES:LANÇAMENTOS,SESSÕES DE AUTÓGRAFOS
END:VEVENT
END:VCALENDAR