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24 de julho das 18:00 às 21:00
Em um cenário marcado pelo uso massivo de dispositivos móveis e aplicações em nuvem, o rastro digital deixado pelos usuários tornou-se uma ferramenta formidável para as agências de investigação. A extração e o cruzamento de grandes volumes de dados oferecem um ganho sem precedentes na elucidação de delitos complexos, especialmente na criminalidade corporativa. No entanto, até que ponto a busca pela eficiência probatória pode flexibilizar a privacidade do indivíduo?
Esta obra oferece uma análise profunda e atualizada sobre os limites da coleta forçada de dados pessoais extraídos de smartphones apreendidos no contexto de investigações criminais. O livro examina o aparente choque entre o vácuo normativo atual, as práticas interventivas do Estado e o direito constitucional à proteção de dados pessoais, ao sigilo das comunicações e à autodeterminação informativa.