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15 de outubro das 19:00 às 21:00
Em um tempo marcado pela fragmentação dos sentidos e pela instabilidade das experiências, esta obra percorre as veredas do logos para investigar como imagens, rituais, corpos, cidades e tradições produzem significados na vida social.
A partir da semiótica peirciana, os autores analisam sociabilidades em Goiás, atravessadas por memória, vigilância, modernização e formas cotidianas de poder. Das fotografias de Hélio de Oliveira aos mecanismos de controle inscritos nos corpos e nos espaços urbanos, o livro revela tensões profundas entre cultura, natureza e modernidade.
Na parte final, o ícone do boi emerge como figura histórica, simbólica e sagrada, condensando permanências, rupturas e resistências do sertão modernizado. Resultado de cerca de uma década de pesquisa, esta obra reúne reflexão teórica, densidade histórica e sensibilidade interpretativa para compreender como os sentidos se formam, se rompem e se reinventam.