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6 de novembro das 20:00 às 21:30
Existem casas que abrigam. E existem casas que revelam. Em A casa que sabia quem eu era, Helen Granzote transforma arquitetura em literatura e convida o leitor para uma jornada rara: compreender que habitar vai muito além de morar. Ao longo de páginas sensíveis e profundamente humanas, cada ambiente ganha voz e significado. A sala fala de encontros. A cozinha se torna abraço. A mesa guarda vínculos. O quarto preserva memórias. A obra ensina maturidade. E o tempo revela que construir uma casa é, muitas vezes, reconstruir a si mesmo. Com olhar refinado de quem há duas décadas projeta espaços e percebe pessoas, Helen conduz reflexões sobre beleza, identidade, escolhas, pertencimento e o delicado encontro entre técnica e alma. Este não é um livro apenas para quem ama arquitetura. É para quem já sentiu que certos lugares acolhem sem explicar. Para quem entende que luz, proporção e afeto também constroem histórias. Para quem busca beleza com sentido. Entre paredes, encontros, janelas e recomeços, surge uma pergunta inevitável: E se a casa certa já soubesse quem você é antes mesmo de você perceber?