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14 de novembro das 18:00 às 20:00
Você já teve a sensação de que o maior obstáculo da sua vida é você mesmo?
Existem batalhas que ninguém vê. Elas acontecem em silêncio, dentro da mente e do coração. São pensamentos que convencem você de que nunca será suficiente, medos que impedem novos começos, culpas que aprisionam, relacionamentos que se repetem, sonhos adiados e decisões que parecem sempre levar ao mesmo lugar.
Esse é o ciclo da autossabotagem.
Neste livro, Luciana Bonilaure conduz o leitor por uma jornada profunda de transformação, revelando como feridas emocionais, crenças limitantes e uma identidade distorcida podem afastar pessoas do propósito para o qual foram criadas.
A partir de experiências reais, princípios bíblicos e reflexões práticas, você aprenderá a reconhecer os mecanismos invisíveis da autossabotagem, restaurar sua identidade, renovar sua maneira de pensar e romper padrões que impedem uma vida plena.
Autossabotagem não é apenas um livro sobre emoções. É um convite para deixar de lutar contra si mesmo, encontrar cura para a alma e descobrir que o amor de Deus continua sendo a força mais poderosa para reconstruir histórias.
Porque a maior prisão não é aquela que nos impede de avançar. É aquela que nos convence de que nunca seremos capazes de fazê-lo.
Lumi é uma menina de nove anos que, de tanto desejar, conquista tudo o que sempre quis — e, sem entender por quê, começa a sentir cada vez menos. O brinquedo novo perde a graça em dois dias. O elogio não emociona mais. Até o pôr do sol, que antes a deixava sem ar, virou "só mais um céu laranja". Preocupada, ela descobre uma porta secreta dentro de si mesma e entra no lugar mais estranho do mundo: a própria mente. Lá vivem personagens barulhentos, medrosos, exagerados e sábios, todos disputando o comando dos seus sentimentos. Guiada pelo Sábio Calmo e pelo desajeitado Pensatinho, Lumi aprende que a alegria não some sozinha — ela precisa ser treinada, como um músculo, como um cachorrinho agitado, como qualquer coisa que vale a pena. E que, enquanto estivermos vivos, sempre dá tempo de aprender a se emocionar de novo.