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23 de abril das 18:00 às 21:00
O GUARDADOR DOS GERAIS | O LIVRO DE CONDOLÊNCIAS DE GUIMARÃES ROSA | O MANUSCRITO EXTRAVIADO DE G.R – DANIEL KRASUCKI | MIRIAM LAZAROTTI – ED. INDEPENDENTE
O guardador dos Gerais é uma coletânea de contos que rondam a querência afetiva roseana dos autores, ainda que saem ao largo, em liberdades de gostos e prosa. São vinte e cinco contos que não se acanham em embarcar Proust e Trótki em trens de passageiros ou oficial; nem de testemunhar um diálogo entre Guimarães Rosa e Marco Polo; sequer de imaginar outra desdita de Hans Helmut, desgraçado de Wotan, entre soldados; tampouco de soltar as amarras roseanas de um audaz navegante; ou ainda, de girar a chave encantada do “Era uma vez...” com histórias infantojuvenis. Dois, dentre eles, no entanto, destacam-se como um thriller de situação da ditadura argentina, resgatadas pelo autor, que a exorcisa da única forma com que podem as palavras.
Ficção que apresenta, de forma inédita, não só as condolências que teriam sido deixadas por diferentes pessoas e personalidades no velório do escritor Guimarães Rosa, em 1967, na ACADEMIA BRASILEIRA DE LEETRAS, ou no ITAMARATY, como as que estariam sendo prestadas, desde então, até hoje, num surpreendente livro paralelo chamado "Travessia", que, recém descoberto, percorre Minas Gerais, facultando um contraponto sugestivo. As pessoas e personalidades em questão são, desde escritores e diplomatas ou militares, pesquisadores a videntes, ciganos, conhecidos, vizinhos, admiradores de João Guimarães Rosa, aquelas simples com as quais ele conviveu e cruzou no prosaico da vida, tais os parceiros de xadrez, seu alfaiate, engrxate ou conhecido de ônibus, ou seus admiradores, que lhe tributam até uma missa jagunça. De cada personagem, em função de sua origem e circunstâncias, os textos traçam o universo rico e diferente, emotivo, único e verossímil em torno da figura e biografia do homem João Guimarães, Rosa, na forma de um colorido mosaico de escritos entrelaçados e abrangentes de sua vida como médico, militar, diplomata, cônsul e escritor.
Quatro contos ou novelas, uma peça teatral e uma poesia, relacionados com a obra de Guimarães Rosa. Os textos foram escritos a quatro mãos, a partir de discussões na Rosa de Leitura GR do Instituto de Estudos Brasileiros – USP
Ficção que apresenta, de forma inédita, não só as condolências que teriam sido deixadas por diferentes pessoas e personalidades no velório do escritor Guimarães Rosa, em 1967, na ACADEMIA BRASILEIRA DE LEETRAS, ou no ITAMARATY, como as que estariam sendo prestadas, desde então, até hoje, num surpreendente livro paralelo chamado "Travessia", que, recém descoberto, percorre Minas Gerais, facultando um contraponto sugestivo. As pessoas e personalidades em questão são, desde escritores e diplomatas ou militares, pesquisadores a videntes, ciganos, conhecidos, vizinhos, admiradores de João Guimarães Rosa, aquelas simples com as quais ele conviveu e cruzou no prosaico da vida, tais os parceiros de xadrez, seu alfaiate, engrxate ou conhecido de ônibus, ou seus admiradores, que lhe tributam até uma missa jagunça. De cada personagem, em função de sua origem e circunstâncias, os textos traçam o universo rico e diferente, emotivo, único e verossímil em torno da figura e biografia do homem João Guimarães, Rosa, na forma de um colorido mosaico de escritos entrelaçados e abrangentes de sua vida como médico, militar, diplomata, cônsul e escritor.
Quatro contos ou novelas, uma peça teatral e uma poesia, relacionados com a obra de Guimarães Rosa. Os textos foram escritos a quatro mãos, a partir de discussões na Rosa de Leitura GR do Instituto de Estudos Brasileiros – USP